As novas exigências normativas reforçaram a proteção ao consumidor financiado, mas a prática bancária segue resistindo à sua aplicação efetiva. É hora de cobrar.
Ao criar sanções para pessoas jurídicas inadimplentes, a resolução CFM 2.462/26 reforça a boa governança, protege os médicos e amplia a segurança na prestação dos serviços de saúde.
Em maio de 2026 o STJ fixou tese repetitiva determinando que mera inexistência de bens penhoráveis ou encerramento irregular de atividades da empresa, não autorizam, por si só, a desconsideração da personalidade jurídica. O julgamento traz impactos relevante que devem ser analisados com cautela.
O futuro da Amazônia depende menos do conflito entre produção e preservação e mais da construção de segurança jurídica capaz de viabilizar o desenvolvimento sustentável.
O artigo revela o pilar social do ESG como vetor jurídico de prevenção, conectando governança social, responsabilidade objetiva, ACPs e o papel central dos direitos humanos.