O artigo analisa a jurisprudência consolidada do STJ que considera abusiva a limitação de sessões terapêuticas por planos de saúde com base no rol da ANS.
O artigo expõe o paradoxo no Tribunal do Júri quando jurados avaliam o elemento subjetivo na cooperação dolosamente distinta, desafiando a separação entre questões fáticas e jurídicas prevista no CPP.
O artigo retrata a prejudicialidade do desvirtuamento do conceito de lide predatória que acaba por impedir que pessoas mais humildes tenham acesso ao Poder Judiciário do Brasil.
A IA na Justiça do Trabalho agiliza processos, mas pode comprometer a análise humana. O equilíbrio entre tecnologia e sensibilidade é essencial para decisões justas.
O texto compara a geopolítica global ao jogo WAR, explorando estratégias, alianças e disputas de poder como reflexos das relações internacionais modernas.
A cessão de quotas entre familiares exige cautela para evitar riscos fiscais e sucessórios. A avaliação justa e documentação adequada garantem segurança jurídica.