O artigo mostra que o auxílio-acidente (art. 86, lei 8.213/91) não exige incapacidade, mas sequela que reduza a capacidade para o trabalho habitual. Voltar a trabalhar não afasta o direito.
O artigo analisa os 30 anos da lei 9.307/96, a consolidação pro-arbitration e a preocupante judicialização via ação anulatória (art. 32), defendendo a intervenção mínima e o combate à má-fé.
A preservação das competências existentes, com integração das estruturas por meio de cooperação judiciária, é a solução adequada enquanto não se define o modelo constitucional do contencioso judicial.
O artigo analisa a vedação do TSE aos quizzes eleitorais, sustentando que algoritmos de afinidade configuram recomendação de voto e violam a autonomia do eleitor.