
PRD | Parada Advogados
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Há 25 anos o escritório PRD | Parada Advogados atua com foco total na inovação tecnológica e qualidade decorrente da evolução contínua. Atuamos em diversas áreas do Direito, com ênfase no Direito Empresarial e Bancário, tendo como principais clientes as instituições financeiras de maior renome Nacional e Internacional e empresas multinacionais de grande porte. Durante todo esse tempo o Parada buscou e desenvolveu as melhores ferramentas de tecnologia com inteligência artificial, otimizando processos e oferecendo a solução mais rápida, atrativa e eficiente para os clientes e mercados em que atua. Em função disso, o sócio Henrique Parada foi o fundador da Intelligenti - empresa que posteriormente foi adquirida pela Stefaninni.
Áreas de atuação
Direito Civil, Consultivo, Direito Digital, Direito do Trabalho, Direito Tributário, Recuperação de ativos, Indenização, Ações Especiais e Revisionais.
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Publicações


Negativa do autor não invalida contratação bancária: O precedente do STJ no REsp 2.197.156/SP
STJ define validade de contratos bancários digitais sem assinatura ICP-Brasil, valorizando prova eletrônica, boa-fé e uso do crédito pelo consumidor.

Estamos resolvendo conflitos ou apenas registrando protocolos? Reflexões a partir do Tema 1.396 do STJ
Reflexão sobre o Tema 1.396/STJ: Não basta protocolo prévio, exige-se diálogo real com o conflito para caracterizar interesse de agir.

Ação contra banco é extinta e advogado é condenado por litigância predatória
Juízo apontou ausência de interesse de agir e uso indevido do Judiciário em demandas repetitivas.

Hipossuficiência não é incapacidade
O paternalismo do Direito do Consumidor brasileiro contra o consumidor que ele protege.

Prova digital e a transformação da dinâmica probatória no processo civil
O artigo analisa a transformação da prova no processo civil, destacando as provas digitais e o impacto crescente da tecnologia na coleta de evidências.

Contencioso estratégico não é só litigar. É gerir relações
Gestão jurídica estratégica integra riscos, relações e negociação, superando o litígio tradicional e gerando resultados mais eficientes e sustentáveis.

Acordo judicial e percepção de valor na resolução de conflitos
Acordo judicial destaca valor na resolução de conflitos com eficiência e segurança jurídica.

Gestão de risco no contencioso: Como empresas decidem entre recorrer, acordar ou litigar
O artigo analisa como empresas gerenciam riscos ao decidir entre recorrer, acordar ou litigar.

Reagir é caro. Antecipar é estratégico: O novo papel do jurídico
O artigo defende a mudança do jurídico reativo para o preventivo, destacando a análise de padrões, dados e a antecipação de riscos como forma de qualificar decisões e reduzir litígios.

Não é má-fé. É incentivo. E isso muda tudo
Litigância abusiva não é só má-fé, mas um sistema de incentivos que estimula ações em massa, sobrecarrega o Judiciário e exige redesenho institucional e reequilíbrio estrutural.

Recuperação de crédito sem inteligência é insistência: O papel inevitável da IA na cobrança moderna
O artigo critica o modelo tradicional de cobrança e destaca a IA como essencial para eficiência, estratégia e personalização na recuperação de crédito.

Fatiamento de ações e o colapso da lógica processual
Quando o processo deixa de refletir o conflito real, abre espaço para estratégias que fragmentam demandas, distorcem a finalidade da justiça e transformam o Judiciário em instrumento de exploração sistêmica.

Acesso à justiça ou acesso ao colapso? O processo judicial deve ser a primeira tentativa?
A tentativa de solução prévia melhora o acesso à justiça, evitando litigiosidade desnecessária e fortalecendo a eficiência do sistema.

Acordo e tentativa prévia: o verdadeiro acesso à justiça começa antes do processo
O artigo aborda a tentativa prévia de solução como etapa essencial para reduzir litígios e tornar o sistema de justiça mais eficaz.

O mito da análise individual no contencioso de massa
Crescimento do grande volume de ações levou o contencioso a adotar gestão estratégica com uso de dados para identificar padrões decisórios e orientar a atuação jurídica.

Como nasce o empréstimo consignado: A jornada da contratação no sistema do INSS
A contratação do crédito consignado envolve uma sequência de autorizações, controles de margem e registros institucionais no sistema previdenciário, formando um fluxo estruturado que antecede a efetiva liberação do crédito ao beneficiário.

O que os comprovantes de residência podem revelar sobre a integridade do processo?
O texto analisa o papel do comprovante de residência no processo e mostra como padrões documentais podem indicar litigância abusiva.

TJ/SP valida seguros bancários contratados com uso de senha e biometria
Para colegiado, consumidor não apresentou elementos mínimos capazes de comprovar alegação de fraude.

Assinatura eletrônica, litigância abusiva e os limites do Gov.br no processo judicial
A digitalização transformou contratos e processos judiciais, mas autenticidade de procurações exige assinaturas confiáveis e seguras.

Inteligência artificial como ferramenta estruturante no combate à litigância abusiva
Tecnologia no contencioso identifica padrões de uso distorcido do processo sem restringir o acesso à Justiça, orientando estratégia, prova técnica e governança.

A judicialização como modelo de negócio
Judicialização vira modelo de negócio digital, ampliando acesso, mas criando incentivos econômicos que tensionam o sistema de justiça.

Risco não se presume: A auditoria processual como resposta estratégica ao contencioso de massa
Auditoria de processos revela padrões ocultos, orienta decisões empresariais e reduz litígios ao atacar falhas operacionais na origem.

Inteligência artificial na advocacia: De ameaça abstrata a ferramenta concreta
Ferramentas digitais não eliminam a advocacia, mas reorganizam o trabalho jurídico, reduzem tarefas, ampliam a estratégia e exigem validação humana.

Med 2.0: A resposta técnica da FEBRABAN para blindar o sistema financeiro nacional contra o crime digital
Novo modelo bancário amplia o rastreio de transações Pix, dificulta a lavagem de dinheiro e redefine o padrão de diligência das instituições financeiras.

O mito do "seguro do chargeback" e a responsabilidade das credenciadoras
O mecanismo de contestação não atua como garantia automática ao lojista e a responsabilização da credenciadora depende de prova de falha e nexo causal.

Gratuidade de justiça: Quando a política de acesso vira incentivo perverso (e pesa no bolso de todos)
Proteger quem não pode arcar com processos é essencial, mas pedidos automáticos elevam custos do Judiciário e estimulam litigância abusiva.

Vício do veículo não é vício do financiamento: A inclusão indevida da financeira no polo passivo
Financiadora não responde por vícios de veículos; responsabilidade é do vendedor, salvo prova de atuação além do crédito.

MEDIF e FREMEC: A segurança de voo frente ao aumento exponencial de passageiros com necessidades especiais
O aumento de viajantes com condições especiais exige protocolos médicos que garantam transporte seguro e atendimento adequado.



