O anteprojeto do CPT (arts. 672-674) define legitimados à execução, amplia hipóteses, traz inovações sobre sucessão empresarial e permite cumulação de execuções.
A política de cotas em concursos busca inclusão, mas interpretações equivocadas da heteroidentificação têm gerado exclusões injustas e insegurança jurídica.
A controladoria jurídica garante eficiência, segurança e qualidade, otimizando fluxos, prevenindo riscos e fortalecendo a gestão estratégica do jurídico.
A revolução tecnológica promete eficiência, mas escancara a urgência de cuidar da saúde mental, desenvolver inteligência emocional e resgatar o propósito da advocacia.
A blockchain fornece prova imutável e auditável de autoria e anterioridade, reforçando a proteção de obras autorais e direitos de propriedade intelectual com segurança e validade global.
Operadoras usam o combate à fraude como pretexto para restringir direitos, reduzir reembolsos e excluir pacientes, transformando gestão em política de exclusão disfarçada.