A lei do distrato prometeu segurança jurídica, mas gerou disputa no STJ. Incorporadoras e consumidores divergem, e o mercado imobiliário segue marcado por incerteza e risco contratual.
A comoção social pode substituir a dogmática penal? O artigo analisa o risco de converter erro médico em dolo eventual, distinguindo culpa, vontade e julgamento pelo resultado.
Análise jurídica do golpe do falso advogado, abordando a responsabilidade civil das instituições financeiras e os limites da responsabilização das plataformas digitais na proteção do consumidor.
A dispensa de licenciamento para atividades agropecuárias não elimina o critério de prevalência em caso de fiscalizações concorrentes. O ente gestor do CAR deve ter primazia.
Os procuradores desenvolvem relevante atividade jurídica nas assembleias condominiais e representam a expressão direta do princípio da participação e da representatividade.
O casamento envolve afeto e escolhas jurídicas estruturais. Sem planejamento, ampliam-se riscos patrimoniais, parentais e alimentares, transferindo ao Judiciário decisões que devem ser autônomas.
A nova sistemática tributária busca simplificação e eficiência, mas apresenta riscos de sobrecarga e centralização, lembrando o modelo romano pretoriano de arrecadação.