Após admitir cobranças indevidas por 14 anos, o Itaú firmou acordo bilionário. O caso reacende o debate sobre o ilícito lucrativo e a efetiva proteção dos consumidores no Brasil.
O artigo analisa facções como poder paralelo, propõe a ideia de inconstitucionalidade territorial e discute narcoterrorismo, atuação da união e retomada constitucional de territórios.
O relatório do CNJ celebra produtividade recorde em 2025, mas não mede e sequer menciona a alardeada litigância abusiva que vem fundamentando severas restrições de acesso à Justiça.
Análise da metamorfose regulatória que reclassificou dívidas de empresas em recuperação judicial como "créditos padronizados" e o que isso significa para a tutela jurídica da poupança popular.
Análise sobre o direito ao alongamento de dívidas rurais face ao conflito entre a discricionariedade da resolução CMN 5.314/26 e a força da súmula 298 do STJ como garantia do produtor.