O artigo destaca a colisão de competências na recuperação judicial, criticando o leading case do decreto 11.995/24 por usurpar direitos dos credores e ameaçar a segurança jurídica.
Do "caso da juta" à era digital, o artigo mostra como cláusulas de não concorrência evoluíram entre contrato, mercado e antitruste, revelando tensões e novos desafios.