O artigo analisa a inserção da IA no Judiciário, destacando ganhos de eficiência e os riscos éticos envolvidos, como a manipulação por prompt injection e a violação da boa-fé processual.
Decisão recente do STJ reforça leitura restritiva do CC e levanta dúvidas sobre os impactos práticos para quem busca o reconhecimento de um direito em juízo.
Mal iniciada a vigência do IBS e da CBS, uma mesma associação obteve decisões opostas sobre a mesma questão jurídica, uma na Justiça Estadual, outra na Justiça Federal.
A IA já entrou silenciosamente nas empresas e o maior risco talvez não esteja na tecnologia, mas na ausência de governança sobre o uso invisível dessas ferramentas.