As mais diversas alterações normativas na seara tributária, com destaque às promovidas no final do ano de 2025, começam a vigorar a partir deste ano de 2026. Compreendê-las e identificar o melhor formato de cumpri-las torna-se essencial à proteção patrimonial de pessoas físicas e jurídicas.
Uma reflexão sobre por que o risco jurídico ainda é tratado como percepção e como a ausência de dados enfraquece o papel do jurídico nas decisões estratégicas.
A lei do distrato prometeu segurança jurídica, mas gerou disputa no STJ. Incorporadoras e consumidores divergem, e o mercado imobiliário segue marcado por incerteza e risco contratual.
A comoção social pode substituir a dogmática penal? O artigo analisa o risco de converter erro médico em dolo eventual, distinguindo culpa, vontade e julgamento pelo resultado.
Análise jurídica do golpe do falso advogado, abordando a responsabilidade civil das instituições financeiras e os limites da responsabilização das plataformas digitais na proteção do consumidor.
A dispensa de licenciamento para atividades agropecuárias não elimina o critério de prevalência em caso de fiscalizações concorrentes. O ente gestor do CAR deve ter primazia.
Os procuradores desenvolvem relevante atividade jurídica nas assembleias condominiais e representam a expressão direta do princípio da participação e da representatividade.