Totens de autoatendimento revelam o paradoxo da automação: eficiência e comodidade convivem com desemprego e transferência de trabalho ao consumidor, tensionando direitos trabalhistas e consumeristas.
O texto analisa o enunciado 267 da IV Jornada/CJF e sustenta que a ampliação do polo ativo na recuperação judicial é possível, desde que observados o devido processo legal e o IDPJ.
O artigo examina o Direito das Famílias além do divórcio, evidenciando como violências e silenciamentos no casamento são ignorados e só emergem na ruptura.
Decisão do STJ reacende debate sobre cabos em postes, responsabilidades no compartilhamento e riscos de soluções judiciais sem coordenação regulatória.