Durante anos, a IA nos escritórios funcionou como um recurso isolado: você fazia uma pergunta, recebia uma resposta, seguia em frente. Pronto. Em 2026, esse modelo morre.
Um balanço preciso de 2025, ano em que o mercado cripto saiu do debate conceitual e entrou na implementação regulatória, e das escolhas que 2026 colocará à prova em diferentes jurisdições.
Se não for demais, fica aqui o pedido: dá uma força pra advocacia. A gente promete continuar fazendo a nossa parte, mesmo com prazo curto, sistema fora do ar e café frio.
Fraudes digitais em 2025 ficaram mais sofisticadas. Deepfakes, phishing 2.0 e falhas bancárias exigem nova postura jurídica e reforçam o papel estratégico do advogado na proteção do consumidor.
Os juízes têm vieses intrínsecos ao ser humano, mas com dados e tecnologia é possível prever padrões de decisão e melhorar estratégias jurídicas com base em evidências.